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À meia-noite, com 8 mil pessoas no Pontal Norte, a história começou a mudar.

3 horas atrás

Quando o relógio marcou meia-noite e cerca de 8 mil pessoas se reuniram no Pontal Norte, ficou claro: não era só o ano que mudava. Era a história.

O primeiro Réveillon na praia revelou uma cidade que voltou a se enxergar, ocupar seus espaços e acreditar em si mesma

Houve um tempo em que imaginar Tijucas celebrando a virada do ano na própria praia parecia impossível.
Não por falta de desejo, mas porque durante anos a ideia vinha acompanhada de dúvidas, receios e frases que se repetiam: “não vai dar certo”, “ninguém vai”, “é perigoso”, “isso não é para Tijucas”.
Até quem não era da cidade duvidava.

Mas na noite de 31 de dezembro de 2025, Tijucas fez algo maior do que organizar uma festa.
Tijucas decidiu confiar em si mesma.

O primeiro Réveillon oficial aconteceu no Pontal Norte e reuniu cerca de 8 mil pessoas, transformando a orla em um grande espaço de convivência, celebração e pertencimento.

A praia que voltou a ser nossa

Durante décadas, a praia foi um espaço esquecido, evitado, distante da rotina das famílias. Um lugar que muitos olhavam com desconfiança, onde pais tinham receio de levar seus filhos e onde a cidade, aos poucos, deixou de se reconhecer.

Naquela noite, esse cenário se desfez.

A praia se transformou em encontro.
Em luz.
Em alegria.
Em pertencimento.

Crianças correndo na areia, famílias sentadas em cadeiras de praia, grupos de amigos brindando, moradores que antes precisavam sair da cidade para comemorar agora permanecendo em casa — juntos, vivendo Tijucas.

Uma noite pensada em cada detalhe

A programação teve início às 21h, com shows das bandas Tô Querendo, Mangavas e Sem Abuso, em um palco montado na areia. À meia-noite, a virada foi marcada por uma contagem regressiva oficial e uma queima de fogos de baixo estampido, pensada para garantir inclusão, respeito e tranquilidade para todos — inclusive crianças, idosos e animais.

A estrutura foi resultado de planejamento e cuidado: iluminação reforçada, banheiros químicos, equipes de segurança, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, ambulância de prontidão e apoio do DETRAN na organização do trânsito, com alterações temporárias para garantir segurança e fluidez.

Tudo funcionou.
E funcionou porque houve decisão, responsabilidade e coragem de romper com o “sempre foi assim”.

“Hoje ela é um lugar vivo”

Não foi apenas um evento.
Foi um sentimento coletivo sendo reconstruído.

Mais do que uma festa, um ponto de partida

Durante o evento, o prefeito Maickon Sgrott destacou que o Réveillon representa o início de um novo ciclo para a praia e para a cidade. Ele reafirmou que, já no início de 2026, serão assinadas ordens de serviço para a revitalização da orla, com melhorias de infraestrutura, iluminação e projetos estruturantes que consolidam a praia como espaço permanente de convivência e orgulho.

O vice-prefeito Rudnei Amorim ressaltou o esforço conjunto das equipes municipais e o engajamento da população, destacando que o sucesso do evento mostrou algo essencial: quando a cidade participa, o resultado aparece.

A noite que mudou a forma de Tijucas se ver

O primeiro Réveillon na Praia de Tijucas não entrou para a história apenas pelo número de pessoas, pelos shows ou pela estrutura montada.

Entrou para a história porque mudou a forma como a cidade se enxerga.

A praia voltou a ser da cidade.
A cidade voltou a se encontrar.
E a virada de 2026 ficará marcada como o momento em que Tijucas acreditou — e decidiu seguir em frente.

 

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